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A morte do jornalismo brasileiro

juin 19, 2009

Extra, Extra, o Brasil manda pastar seus jornalistas!

Não moro no Brasil, e acompanho toda a parafernália de longe, mas geeente, fala sério. Como é que uma advogada (diplomada, né, porque tirar o crédito da própria profissão é algo que advogados vão demorar um bom tanto pra fazer, creio eu) teve coragem de expor sua falta de cultura desse jeito? A infeliz profissional (Taís Gasparian pra quem se importa) colocou todos que têm acesso a um teclado de computador no mesmo saco. Ê!! Vamos brindar à liberdade de expressão! Os outros países que permaneçam fora da lei, com seus jornalistas competentes e diplomados. No Brasil, sabe-se melhor.

E se a exigência do diploma é inconstitucional, vamos abolir também todos os outros que são completamente dispensáveis, como decoradores, designers, cozinheiros… Arquitetos também! Conheço mais de um excelentíssimos que não têm diploma… Podemos seguir com as escolas de artes plásticas, oras! Minha tia também pode comprar tinta e tela no mercado e sair pintando. Propaganda e marketing? Uma fraude!
Gente, se Bill Gates, Steve Jobs e -como poderia esquecer- o caro presidente Lula não têm diplomas, porque deveríamos? Vai que dá. Vai que você já nasce sabendo. Se não, aprende no taco. Sim, porque o argumento, foi que as exigências para ser jornalista relevam de um compromisso com a informação e a curiosidade, e que pra isso, não e indispensável a faculdade de jornalismo.  Deve ser porque não criaram a faculdade de informação nem a de curiosidade, por isso.

Para ser jornalista, nada que um kit « crie seu blog em dois cliques » não resolva. O WordPress te faz jornalista! Pera então que já vou garantir um joguinho « brinque de cirurgião » para os filhos que ainda não tenho: ganharemos tempo e dinheiro. E vou comprar um joguinho de aviação caso ele queira ser piloto auto-ditada. Como não? Os jogos de hoje são tão realistas!

https://i2.wp.com/www.hasbro.de/images/img.php/full/prodimg/6d53779951e5f5cce4a60018ebcfce87.jpg

Aqui na França tinha joguinho de médico, não achei equivalente no Brasil, mas aposto que tem: garanta já o futuro do seu filho!

É minha segunda decepção com o Brasil, esses dias. Não digo 3, porque a primeira mesmo tinha sido com essa reforma ortográfica nivelando a cultura por baixo. Mas enfim. Estou me referindo ao concurso fechado organisado pela ABEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimentos) dando 10 dias para apresentar uma proposta para o pavilhão de exposição de Shanghai. Olha o « náipe » do vencedor, que vai representar a arquitetura do Brasil pelo mundo afora :

xangai2010-br-01

Nome do gênio: Fernando Brandão

Tem outras fotos no post en francês para vocês verem o desastre.
Mas o lado positivo é esse: baixe  o Google SketchUp e vire arquiteto você também!! Ê! Porque nem venha me dizer que são precisos 5 anos pra fazer isso, né? Nada! Democratização do conhecimento!

Fui, porque por algum motivo oculto, ainda faço questão de terminar meu diploma…

15 commentaires

  1. Bom, agora posso opinar. hehe

    Olha, penso que isso é falta de incentivo ao diploma, masss, se uma pessoa tem o talento, quem somos nós pra dizer que ela não pode exercer uma profissão? Forçar todos a cursar uma faculdade que mtas vezes ngm aprende nada? Qntas pessoas tu não conhece que cursou 5 anos uma universidade e não tava nem aí pra nada? Esses daí vão ter CARTA BRANCA pra profissão?
    Ao menos eu acredito que a experiência mais importante é a prática e não a teoria.

    Minha mãe, por exemplo, trabalhou 25 anos num escritório de contabilidade, e se construiu lá dentro.
    Quando ela entrou, não tinha nem o segundo ano do segundo grau (e nunca fez!) e ainda assim atingiu um cargo de chefe de departamento sem mais nenhum estudo. Claro, mta dedicação e mtas palestras e todas essas coisas necessárias pra uma pessoas com diploma ou não, etc…

    Enfim.. é como se dissesse pra uma diarista: « A senhora não pode mais limpar minha casa. Tem que fazer um curso de 4 anos, 500 reais por mês, pra se especializar nisso tudo que já sabes fazer. »
    Sabe?
    Não tiro o mérito de um diploma de médico, advogado, engenheiro, arquiteto, etc.. onde a coisa realmente não deveria ser feito por leigos. Mas.. né? Jornalista pode ser auto didata SIM. Assim como um administrador, que é a minha área.

    Bom, foi mal a bíblia, mas é isso.


  2. Ah, outra coisa.
    Se alguém empregar um incompetente (com ou sem diploma) é azar do empregador. Sim, vai tirar o emprego de alguém competente, mas com certeza o incompetente não vai durar mto tempo. Pronto, resolvido.


  3. Concordo 800%, mas por outro lado acredito que TUDO se aprende com dedicação (se bobear até medicina, pelo menos muito picaretas autodidatas já deram prova disso alguns anos atrás. E por mais que exercessem ilegalmente a profissão, nunca deram erro como « médicos »)
    Le Corbusier, que foi quem foi em arquitetura, não tem diploma. Muitos estilistas, artistas, publicitários, designers, empresários dos mais bem sussedidos não têm diploma. Mas isso não deve tirar a validade de quem tem, sabe? De fato, quem contrata, contrata quem quiser, e quem não presta diploma e for competente, pode exercer uma atividade equivalente mas não pode (pelo menos acho que não poderia) se auto-denominar professional da área. Blogista NÃO é jornalista. Pelo menos, não automaticamente. Agora que deve ter gente fazendo o trabalho melhor que muito jornalista, ate vai, mas deixar isso virar generalidade é tirar a ética da informação, coisa que jornalista que é jornalista aprende na escola à base de muita aula de história e philosofia. E isso não é pra qualquer um.


  4. Bom, QUERO acreditar que isso não vai acontecer com as profissões que citei. Na verdade nem sabia que existia essa « lei? » sobre jornalistas, e nem sei se tem com outras profissões. Mas sabe, é que nem o negócio de advogado e médico serem chamados de « doutor ».. psicólogos, dentistas, etc.. enfim, quase qualquer um que use um jaleco branco. Eu parto do princípio que só é Doutor quem tem doutorado né!! E não quem tem um jaleco branco, se não enfermeiro, técnico de enfermagem e o c*ralho, podiam ser doutores tbm! É que o ego de algumas profissões são tão grandes que eles querem ser mais do que são, né?! Eu sei pq trabalho diretamente com muitos médicos (e odeio) e sei que mtos não merecem o caro diploma que tem.

    Bom, expus uma opinião contrária a do último comentário, masss. Sei lá, talvez seja jornalista quem faça uma função de jornalista, acho que c/ diploma ou não. Blogueiro realmente não é jornalista né?! Até pq praticamente só colhe informação da web.

    Bom, como minha opinião não é relevante p/ nação e nem do meu interesse, vou deixar por isso. hehe
    bjs


  5. Na verdaaaade, é puramente mais por essa da ética e imparcialidade teórica do jornalista que eu apoio esse argumento. Acho que tudo foi pro saco quando jornalista inventou de ser colunista. Porque colunista sim, é tarefa pra quem diver o dom, independente de diploma. Por isso até penso que eles é que colocaram a corda no percoço, porque agora blogeiro (que não deixa de ser um colunista meio egocêntrico) é elevado ao mesmo nível. Só que em blog, prevalece a opinião do blogeiro, o ponto de vista dele, e ele pode dar opinião pessoal, e até insultar tal ou tal coisa, esconder fatos se quiser, omitir fontes se for conveniente, y otras cositas más.
    Achar que um autor com essas liberdade é equivalente a um jornalista é grave, para um país. Muito grave…


  6. Na boa? Acho que é melhor você continuar enviando post em francês… como falar do Brasil se nem aqui você mora?

    E como reclamar da reforma ortográfica sendo que nem a escrita portuguesa você domina por completo? « porque » em forma de questionamento? organiSado? Vai me dizer que é porque você está na França há muito tempo? Eu moro no Japão há muito tempo e nem por isso esqueci do meu idioma natural.

    O mundo da informática não é regulamentado, e graças a isso pessoas como o Bill Gates e Steve Jobs puderam fazer suas contribuições ao mundo (leia-se: mouses, fontes bonitas, interfaces intuitivas, Pixar, etc.), é claro que tem muito picareta, muita gente que se aproveita da falta de regulamentação e da ignorância do povo pra fazer seu pé de meia, mas no jornalismo, assim como na informática, muita gente que não é/era formada contribui(u) de forma importantíssima não somente para o ramo que atua, mas para o mundo.

    Querer comparar isso com um médico ou um advogado é total ignorância dos fatos que cercam tais profissões.

    Um médico mexe com vidas, um advogado com a liberdade de um ser, um arquiteto com o lar de uma pessoa, o que elas tem em comum? Elas giram em torno do cuidado à vida, diferente da informática, ou do jornalismo, que apesar de trazer melhoras significativas, não « brincam » com a vida de um ser.

    É verdade que cursos como artes, decoração ou cozinha têm faculdade, mas até onde eu sei, a regulamentação dessas profissões não exige o uso de diploma para exercer, talvez somente para gerenciar.


  7. Tá. Responderei a cada coisa na ordem.
    Primeiro, falo do Brasil sem morar nele, e acho que não tem problema com isso. Também comento acontecimento na inglaterra, no Japão, na Itália, onde for, se acho pertinente. Porque blogs são pra isso mesmo. Se tira crédito da minha informação? Claro que tira. Por isso que não sou jornalista. Se tivesse estudado e me formado na profissão, e quisesse escrever artigos de informação de verdade o tom seria bem diferente. Tá vendo o perigo?
    Outras. Erros de português. Hum. Tirando o fato que meu teclado é alemão e tem várias limitações quanto a acentos, tils etc, informo que português não é a minha língua mãe, que eu aprendi a ler e escrever em francês, e o português veio bem depois, assim com os erros de quem não é jornalista professional, nem vive no Brasil, nem tem corretor ortográfico em português no WordPress. Desculpas, claro, mas desculpas válidas, creio eu.
    Agora você faz a distinção entre profissões « vitais » contra as não vitais. Bem que nossos conceitos de profissões dispensáveis e indispensáveis sejam divergentes (pra mim direito a informação é mais que vital, é a base de um país democrático, livre e justo, mas até aí, há quem ache que isso seja dispensável…), eu tomei essa posição porque na lógica da lei, a grande maioria das profissões poderiam passar no rodo. Inclusive a minha. Até porque, não sei no Brasil, mas aqui há uma lei impondo o aval de um arquiteto para projetos de médio a grande porte. Mas e se não tivesse? Muitos países por aí economisam no arquiteto e fazem projetos somente com engenheiros civis. Fica a bosta que fica, mas temos que concordar que é possível: dispensemos o arquiteto, então!
    Eu não me posicionei dizendo que para tudo e qualquer coisa precisa ter diploma. Eu entre todas as pessoas sou adepta da pertinência do bom sense acima de toda doutrina. Mas achei muito presunçoso da parte dos defensores dessa lei tirar crédito da profissão do jornalista. Pra mim, isso mostra muito bem a relação de um país com o compromisso com a notícia neutra, clara e ética. Mas claro que é só a minha opinião, mas de novo: blogs estão longe de ser fontes confiáveis de informação, e blogeiro não é nem jornalista, nem imparcial.


  8. Leandro,
    discordo de vc quando diz que o jornalismo não « brinca » com a vida de ninguém. Não só brinca como arrasa. Cozinheiros também, infelizmente. Como médica, fico pensando em que a minha responsabilidade é maior que a dos outros profissionais. Já fiz um curso de culinária e aprendi que é preciso cortar carne, peixe, frango e legumes, cada um na sua respectiva tábua, caso contrário corremos o risco de contaminarmos a comida. O ministro Gilmar Mendes nunca deve ter feito curso de culinária e portanto acha que cozinheiro sem formação nenhuma sabe tanto quanto quem passou por alguns cursos. E também pensa que para exercer jornalismo é só saber escrever. Em parte, claro. Mas a opinião da Mary, da qual compartilho, é que é preciso formação acadêmica para exercê-la. Não vamos nivelar por baixo, compreende? Bom exemplo o seu na área de informática. Aliás, acho que é necessário mesmo regulamentá-la. Urgentemente. Acho que tanto empresas como prestadores de serviço andam bem deficientes nesta área. É hora de fazer o talento associar-se ao conhecimento, à responsabildade e à ética. No Direito até que eles tentam, mas infelizmente não conseguem, como podemos ver constantemente. Mas devemos assim mesmo perseguir a excelência como modo de melhorarmos a vida em geral. No Japão, na França, nos Estados Unidos é assim. Deveria ser assim no Brasil.
    Para terminar, a Mary comete uns pequenos erros sim, pelos motivos já explicados, mas tem todo o direito de criticar a reforma ortográfica pelo simples fato da reforma ter sido mal feita. E isso é opinião geral e também de quem entende do assunto. Tente explicar para um japonês que aprende a nossa língua o porquê da pronúncia diferente das palavras « quente » e « frequente ». Pois é, não vai conseguir…Não existe mais o trema para explicá-la. Trema que ainda existe em outras línguas e com a mesma função.
    Um abraço.
    Valéria (aqui do Brasil mesmo)


  9. Mari,

    Se você entrar no site do Observatório da Imprensa vai ver que muitos concordam com a decisão do STF: http://www.observatoriodaimprensa.com.br

    Inclusive, Jornalistas.

    Eu só quero que as pessoas entendam que o STF já declarou que OUTRAS profissões serão DESREGULAMENTADAS. Por falar nisso, estou ansiosa para ver a cara dessas pessoas que apóiam o STF quando suas profissões forem também desregulamentadas…

    Ter blog, insisto, não é o mesmo que ser Jornalista. Boa parte dos blogs que primam pela obrigatoriedade de se ouvir ambos os lados de uma notícia, por exemplo, são de jornalistas. O meu blog, blog de uma jornalista, por exemplo, não faz isso. A questão é que o meu blog foi feito com o objetivo de revelar O MEU ponto de vista (O oposto do que fazia no Jornal em que trabalhava). A minha intenção não é ser fonte fidedigna. É apenas escrever livremente… E taí a maior diferença entre a Marivone blogueira e a Marivone Jornalista…

    Ví também uma mocinha falar, aqui no blog, de sua mãe que não tinha estudado não sei o que e se tornou não sei o que lá… Bem, a mãe dela é excessão e olhe que, pela história, a mãe dela passou um tempão para aprender seja lá o que foi… Se tivesse feito uma gradução, seria mais rápido não é? Imagine agora, sem o diploma, fulano chegar e dizer « Olá, hoje eu decidi que sou Jornalista ». É disso que estamos falando e não da luta da mãe dela em se tornar alguém na vida sem graduação.

    O principal, primordial e mais importante resultado dessa decisão do STF vai ser a enxurrada de zé ninguéns que, por qualquer real, será subordado por fulano e cicrano para NÃO publicar isso e aquilo.

    Conhecemos bem o Brasil, os brasileiros e suas manias de endeusar determinadas entedidades. Então, ao passo que qualquer um se tornar jornalista, determinadas entidades (Como os Sarney e o próprio Mendes), nunca serão pauta! O que eles mais queriam… Sabe a razão de eles não serem mais pauta? « Ôw.. Doutor Mendes? Não… Doutor mendes é muito meu amigo… Não vou ‘falar mal’ dele ».

    Jornalista, sem piso, quer dizer que, por qualquer real, vai escrever ACHISMOS, a primeira coisa que aprendemos que é proibida em nossa profissão…

    É triste. Mas, não tenho muito mais o que dizer… O Brasil sabe que caminho está tomando. As pessoas corroboram com isso. Não têm do que reclamar. Eu não vejo um futuro brilhante e acho é BEM FEITO.

    No Brasil tudo é assim, não é?

    Só quero saber quando a profissão de Advogado será também desregulamentada. Se as coisas forem como a fulana/juliana falou…

    « Forçar todos a cursar uma faculdade que mtas vezes ngm aprende nada? Qntas pessoas tu não conhece que cursou 5 anos uma universidade e não tava nem aí pra nada? Esses daí vão ter CARTA BRANCA pra profissão? », escreveu, do alto de sua sapiência.

    Semana passada eu LITERALMENTE passei uma formanda. Ela (finalizando o curso) tirou 8,0 colando a minha prova, cuja nota foi 8.0. A figura não sabia ABSOLUTAMENTE NADA e passou por MINHA única e exclusiva causa. Eu passei agora para o 5º período!!!!!!!!! Sendo assim, não deve ser advogada, certo, Juliana?

    Faz isso Juliana, informa essa sua tese ao Gilmar Mendes para ver o que ele vai te dizer.

    Por fim, eu sonho com o dia em que o nosso ministro Gilmar Mendes vai comer um peixe cortado por um chefe de cozinha não especializado, que vai confundir as tábuas de carnes… Sim, eu espero. Sou uma pessoa ruim.
    😉


  10. P.S:

    Ah… Agora lí direito…

    25 anos num escritório de contabilidade.

    Juliana, um jornalista não tem 25 anos para aprender sua profissão. Numa redação de Jornal, que tenho certeza que você nunca visitou, não há como um jornalista não graduado aprender na labuta tudo que nos é passado numa universidade…

    Você jogado na rua, aos leões, tem que saber o que perguntar, como perguntar e, mais tarde, tem que saber como escrever para não tomar um processo nas costas (Agora, sem Lei de Imprensa, isso vai ficar muito mais difícil). Tudo isso em questão de horas… Não em 25 anos…

    Por fim, nem vou comentar o fato de analisar que sua mãe passou 25 anos para apreender algo que poderia ser cortado pela metade se ela tivesse entrado numa faculdade…
    😉


  11. Mari,

    Acabei de publicar o melhor artigo sobre esse celeuma toda lá no blog.

    http://umafabulasobreavaidade.wordpress.com/

    O artigo é do meu ex-chefe, que é diretor de redação do maior jornal do meu Estado, o Jornal da Cidade.

    Com a experiência dele, dá pra entender o que é ser jornalista não graduado… Andando de lá pra cá com gravador para subornar o povo…

    Informação é ouro.


  12. Ah, outra coisa…

    Qualquer um pode escrever artigos, ter colunas, escrever crônicas, viu? Não precisa ser jornalista. Só pra esclarecer…

    O espaço em qualquer jornal é COMPLETAMENTE ABERTO a quem queira publicar seus artigos. Sempre foi e, agora, mais que nunca, sempre será.

    Anyway, de qualquer forma, tudo isso é irrelevante agora.

    E bora tacar a nivelar o país por baixo!!!!


  13. POis é, tb tem essa, ainda não tinha pensado nisso. Digo, no fato de que qualquer um tem, de fato, espaço aberto na mídia para opinar. É verdade que muitas vezes as cartas publicadas passam por uma seleção, mas mesmo assim. E outra, se blog é aberto a todos, qual é o problema com liberdade de expressão, então, né??


  14. Oi !
    Como tua fã te dou de presente, um selinho, vai lá no meu blog pegar!!!!
    Bjssss


  15. Marivone querida. Quem é você pra julgar o que a minha mãe fez em 25 anos?!
    QUEM disse que ela passou 25 anos aprendendo?!?
    Eu disse que ela trabalhou lá por 25 anos, e foi chefe do departamento dela e sócia da empresa por muito tempo.
    Ela trabalhou lá dentro até o ano passado, 10 anos já aposentada.
    Não sei da onde você tirou que alguém leva 25 anos aprendendo alguma profissão. Por Deus, isso é um absurdo!!

    « Semana passada eu LITERALMENTE passei uma formanda. Ela (finalizando o curso) tirou 8,0 colando a minha prova, cuja nota foi 8.0. A figura não sabia ABSOLUTAMENTE NADA e passou por MINHA única e exclusiva causa. Eu passei agora para o 5º período!!!!!!!!! Sendo assim, não deve ser advogada, certo, Juliana? »

    Pois é, e você acha bonito isso? Você se orgulha muito de ter emprestado sua prova pra outra colar? É isso que você defende na sua profissão? Que as coisas sejam fáceis assim. Pelo que eu pude entender, você simplesmente provou o que eu disse: MUITA GENTE FAZ FACULDADE E NÃO SABE NADA. Muitas vezes menos do que quem aprende sozinho. Ou você vai me dizer que não existem pessoas esforçadas que realmente aprendem sozinhas porque são ESFORÇADAS?

    Me poupe.



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