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Pagando a promessa

novembre 17, 2009

Então, onde estávamos? Ah sim, as novidades do rumo que as coisas tomaram na minha vida…
Chegou um dia, em que eu comecei a me perguntar seriamente se deveria ou não ficar na antiga agência onde trabalhava. Lembra? Nesse dia, uma das coisas que me ajudaram a tomar uma decisão (além da opinião de alguns de vocês :) ) foi uma boa coincidência: recebi um telefonema do nada, perguntando se eu ainda estava procurando vaga. Assim mesmo, do nada, 1 mês depois de eu parar de procurar.

Ah, na dúvida , resolvi achar legal o “sinal” e disse que sim: marquei uma entrevista. Pra tal da sexta feira…
Até lá, o tempo foi moldando minha cabeça pra cair pra vida e achar outro trampo, que pagasse, de fato, minhas contas. De todas as agências da região (sim, eu passei em TODAS), eu tinha deixado 2as de lado, por motivos de pessimismo, ou de distância. Uma dela é uma agência bem conhecida, com filiais e tudo (coisa raríssima para uma agência de arquitectos, vamos combinar), e eu a tinha deixado de lado por dois motivos: 1 deles, é que ela é meio longinha da minha casa. Outro, é por botar pouca fé que eles realmente me contratariam, com essa pouca experiência que tenho.
Mas já que eu tinha resolvido voltar a procurar, telefonei. E dei sorte: marquei outra entrevista.

A primeira correu muito bem. Eu ADOREI a agência. De ótimo gosto, com obras de arte contemporânea lindíssimas por todas as paredes, uma turma jovem… Trabalham com projetos interessantíssimos para uma clientela abastada.

Mas ao ir embora, avisaram-me que eu era a primeira candidata que eles entrevistavam, e quando vi a pilha de currículos em cima da mesa, minhas esperanças diminuíram bastante.

Enquanto esperava a resposta, fui fazer a outra entrevista. Agência moderninha, projetos descolados de maior escala. Queriam uma pessoa para realizar os detalhes técnicos em corte e planta.

E numa dessas… fui aceita nas duas!! Ô dilema! Se por um lado fiquei super feliz, lisonjeada, e orgulhosa de mim mesma, num certo ponto, por outro, pensei: damn it! E agora? Como escolher?
Coloquei tudo na balança e escolhi a primeira. Comecei ontem!
Se estou feliz? Suuuper!!  Os horarios são pesadinhos, mas eu já comecei a 1000 por hora num projeto de A a Z.
Próxima etapa: lidar com o problema de 1 carro para dois, aqui em casa… Mas isso vai ser outro capítulo…

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Nova fase, 2.0

novembre 12, 2009

Gente, sexta feira jà passou faz tempo, e eu nem contei o rumo que a coisa tomou. Mas vou contar! Esta nos planos, so que hoje não vai rolar…
Aguarde, no proximo capitulo!

(redigido em teclado sem acentuação gráfica, galerinha… foi mal)

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Dilema

octobre 27, 2009

E sério. Gente, estou tendo problemas pra decidir qual rumo tomar em relação ao meu trampo.
O fato é que ha mais ou menos um mês, um mês e tanto, comecei a trabalhar numa agência em Cannes (não lembra? clique aqui). A agência é nova, está começando (leia-se “ta foda”), tal. O esquema então, é o seguinte:  eu trabalho for free (leia-se das 9:00 às 18:00 ou mais) ganhando unicamente meu almoço. Quando cair grana (a agência trabalha com concursos de projetos públicos, por isso demora), eu passo a ser paga. O fato é que a arquiteta não quer prometer uma remuneração que possa vir a sair do bolso dela caso a entrada de honorários falhe. Isso, eu até entendo, por isso que eu topei. Além do mais, a vantagem que eu vi na época foi essa: eu posso ficar sem ganhar por um mês, mas se no próximo tiver mais projetos, eu posso até fazer parte da equipe, e ganhar uma porcentagem sobre os honorários, o que representa uma vantagem bem maior que qualquer salário. Sem contar que depois, eu posso usar o projeto como referência para o meu trabalho. Interessante, até, não?

Deu pra seguir até aí?

Essa semana, uma coisa mudou. Ela conversou com uma amiga advogada, que a deve ter alertado sobre o risco desse tipo de plano “borderline legal”, e ela me veio com a ideia de me pegar como estagiária. SO QUE estagiários em tempo integral por um período de mais de três meses consecutivos (o que é meu caso) devem ser pagos de 1/3 do salário mínimo, o que da uns 390€.
Eu aqui com meus botões pensei que é melhor que nada. SO QUE (bis) com o status de estagiaria, eu não posso constar na equipe de arquitetos dos projetos, ou seja: não vou poder usar nada do que eu fizer na agência como referência no futuro.

Ainda está  comigo?

ENQUANTO ISSO, hoje me liga uma agência um pouco mais longe, querendo pagar 1700 por mês nítidos (leia-se limpos, depois de dedução de impostos). Vou encontrar-me com eles sexta feira pra ver o que que pega.

A pergunta é: o que você acha que devo fazer? Permanecer com a arquiteta que me pegou sob suas asas pra me “iniciar” ao mundo dos projetos públicos? Com que me entendo bem, e tal? Mas ganhando uma merda de remuneração? Ou apostar nessa nova agencia, ganhar mais, e deixar na mão a agência onde estou?
Continuar estagiária, ou me assalariar? Ai, ai… muitas perguntas. Claro que eu vou ter mais elementos pra decidir depois da reunião sexta feira, mas por enquanto, alguém tem um conselho?

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O poder dos livros

octobre 25, 2009

Uau, quem lê acha que vai sair filosofia desse post, né? Calma, meu caro leitor preguiçoso. Deixe eu reter sua atenção antes que saia pela culatra por ter lido a palavra livros e filosofia nos ultimos 10 segundos (nossa, te tirei, né?).

Na verdade, estou falando dos livros como objetos, e não em relação ao seus conteúdos. E que pela primeira vez desde que me mudei, tirei os livros das caixas e coloquei-os na nossa nova prateleira. Tínhamos  um apê bookless, minha gente, e so agora vejo como simples volumes de papel dão mais calor ao ambiente. Simples assim.  Quase mais eficientes que plantas pra dar vida a uma sala…
Vai dizer que uma mudinha que seja não muda TUDO num espaço? Não? Ou então falamos “muda” por acaso?
Eu costumo ser heavy addict da teoria de Less is More, mas no caso de livros e plantas, Less is less and not enough.

Deco_design_choisi_galerie_principal.jpg

Agora imagina sem os livros...

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24 ans

octobre 19, 2009

Ouais!

Mouais…

Non, décidemment, ça ne change pas grand chose, les anniversaires.
J’ai toujours pensé à Napoléon, et comme il était “maître du monde” à 26 ans. Ouch. 26 ans, c’est dans 2 ans, et j’en suis à travailler sans rémunération dans une agence d’archi, sans le gentil petit papier qui atteste que je vaut quelque chose dans le milieu, et sans les trois zéros supplémentaire sur mon compte qui feraient que je puisse vivre sans compter.

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Yes!!

septembre 25, 2009
Feu d'artifice - Il s'agit de ND de la Garde a Marseille prise en ombre chinoise derrière le feu 'artifice du 14 juillet
(photo: ©Jean François Mollo)

My dear little readers,

the battle is won. I found the best job opportunity I could imagine. Although it might be crazy to say this so soon, I’m really optimistic about this. I’m going to work with a really nice architect that does cool public project all by herself. We got along very well from the beginning and I’m happy, happy, happy!!!
Lot of work, lot to learn. I’m off to it now.

Meus caros pequenos leitores,

Eu venci a batalha. Depois de semanas correndo como barata tonta de agencia en agencia, eu finalmente achei a vaga mais legal do mundo ;) Claro que é cedo pra dizer uma coisa dessas, mas se depender do meu otimismo, tudo vai correr da melhor maneira possivel. Vou trabalhar com uma jovem arquiteta com quem me dei bem logo de cara, e que desenvolve projetos publicos bacanas sozinha. Well, agora em dupla!!
Bom, muito trabalho, muito o que aprender… Estou feliz!!

(chatos de plantão, não tem acentos nesse teclado. Give a break)

Mes chers petits lecteurs.

J’ai vaincu la bataille! Je viens de trouver le meilleur poste que j’eusse pu imaginer! Ok, même si c’est tôt pour le dire, je suis tellement optimiste que tout me semble trop beau pour être vrai. Je vais travailler avec une jeune archi avec qui je me suis super bien entendue depuis e début, et qui fait de chouettes projets publics. Elle travaillait seule dans une grande agence qu’elle a montée il y a quelques années, et on sera deux maintenant. Cool, cool, cool!
Beaucoup de travail, beaucoup à apprendre. I’m off!

Meine lieben Leser

Ich habe die Schlacht besiegt! Gestern habe ich den job meiner Träume schliesslich gefunden! Ok, vielleicht ist es zu früh zu sagen, aber ich bin wirklich optimistisch! Ich werde mit ein junges Architekt bearbeiten! Sie ist super toll und macht gute grosse Projekte alleine. Jetzt werden wir zwei Leute in seine Büro sein :)
Ich bin so froh!! Tschüss,  meine Lieben, ich habe viel Arbeit, und viel zu lernen!

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Et merde…

septembre 17, 2009
Vas-y, fais une sieste au bord de la piscine...

Vas-y, fais une sieste au bord de la piscine...

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Quand sa nouvelle gynéco a un Minitel

septembre 15, 2009

Ou: Changement d’atmosphères

Minitel2Déménager, c’est aussi une série de petites choses chiantes auxquelles on ne pense pas d’emblée, et qu’il faudrait bien noter dans un petit carnet au risque de les zaper.

La première étape fut le changement de banque. Check. La nouvelle agence est très relax… tellement relax qu’on m’avait annoncé qu’il faudrait une signature sur un document, et qu’on m’appellerait avant la fin de la semaine. Ca fait 20 jours.

Quoi d’autre? Ah oui, cette semaine, on a aussi eu le droit (enfin, j’ai eu le droit, vu que Juju était sagement au boulot) à une coupure d’eau. Euh… merde. Je toc chez les voisins pour voir si c’est la même chez eux. Enfin, j’essaye. Parce que vous croyez qu’on a beaucoup de voisins, en septembre, sur la Côte d’Azur? Et bah non. Vide, l’immeuble.

il pleut pour la première fois de l'année...
il pleut pour la première fois de l’année…

Pour ne pas dire, je tombe sur une vielle aux longs cheveux noirs qui me dit que chez elle, ça marche, et qu’elle est chez telle compagnie, donc elle suppose que le reste de l’immeuble le soit aussi, donc tiens prend ce numéro, ma petite.
Mouais. J’essaye, j’ai pas vraiment d’autre meilleure solution. Elle avait raison, en plus. Le motif de la coupure? Et bien, vous n’avez souscrit à aucun contrat

chez nous, Mademoiselle!
Je le kiffe, ce Julien… 1 mois à piquer l’eau du contrat de l’ex locataire. Très soucieux, le mec.
Bref, nouveau contrat, check. J’attend maintenant le moment où ils couperont l’électricité, et il faudra faire pareil pour EDF.

Ensuite, il y a l’histoire du médecin traitant. Fait chier. Surtout que je ne connais évidemment aucun médecin dans la région, alors ok… on verra. Mais du moment où c’est des médecins spécialistes, on nous fait pas chier. C’est ainsi que je suis tombée sur cette gentille p’tite dame gynéco, à la voix trèèès posée derrière son bureau et… son Minitel!! Et ouais, vive la France.http://3.bp.blogspot.com/_ON3gEhP1ACk/RftUPdjQntI/AAAAAAAAAJs/0ahOAQWomS8/s400/olive-tv.jpg

Ca donnerait un peu Edna “E” Mode avec la coiffure de Little Miss Sunshine…

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Foda é morar em cidade turística

septembre 13, 2009

Ê laiá. Cunhado veio passar uma semana em casa. Levou meu carregador de celular no lugar do dele. Oba!

Hoje vai ser o primeiro dia desde que cheguei que estamos a sós com o namô. Semana retrasada, acolhemos um amigo dele recém chegado na região a trabalho. Nessa que passou, foi a vez do irmão vir passear na costa. Sempre quis uma casa em que pudesse receber muita gente. Agora pode.
Só não pode levar meu carregador de celular.

Mary tem de bolar uma agenda pra convidados. Só reservas, por favor… ;)
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“Food airlines”

août 19, 2009

I saw a really nice video while I was on my daily visit on Sylvain Allard’s (really cool and interesting) blog, and I decided to share it here too.
Well, it’s a Canadian video, and I’m not Canadian nor live in Canada like him, but I guess we have the same problems in France, only with different statistics.

There’s the video. It’s has a nice stop-motion work too!

Well, since I’m in Brazil at the moment, it’s really easier to keep buying local. I guess it’s easier in an almost self-sufficient Country. For those who aren’t (like Canada, apparently), the designer James Reynolds suggests a really fun eco-conscient packaging, that I also found on S. Allard’s blog. There you go:

Yesterday, I was on the beach with a friend from France that also came to spend some time in Rio. We were resting on the sand all afternoon, and after a while I got a bit hungry and remembered I had some apples on my bag. He looked at me in a really shocked way, asking why on earth do I eat apples in Brazil!?

Humn…well… Brazil also produces (shitty quality) apples, and you’ll all agree with me, that it’s way easier to carry than a pinapple on the beach!!

PS: I sooo should have had a camera around to take a pic of Matthieu’s look on a Rio’s beach… But since I don’t, just imagine a skinny really pink-white dude with a candy-pink short with macarronis drawn on it…( Hehehe je pouvais pas résister, mec…)