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Publicité interactive

novembre 22, 2009

unoJ’ai récemment entendu parler de cette campagne publicitaire lancée par Amnesty International contre les violences conjugales, et je ne fus pas étonnée de voir qu’il s’agit, comme d’habitude d’une très bonne publicité. La particularité, cependant, est qu’elle est interactive, et que le regard des passants a une influence sur ce qui est montré.

L’interactivité des contenus publicitaires avec les passants est à l’ordre du jour dans les nouvelles formes de marketing. Les avantages sont nombreux: d’une part, pour le côté ludique, mais aussi et surtout pour les buts d’économie d’énergie que certains panneaux réalisent en pouvant s’éteindre quand personne ne regarde.
Mais ici, le regard est utilisé pour souligner un message fort et clair: les violences ont lieu quand personne ne prête attention. dostres

L’agence: Jung von Matt, Allemagne, la même qui a eu l’idée insolite des mouches-à-pub. On est pas leader pour rien, oder?

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Watch and learn

novembre 18, 2009

L’idée est de Packlab, et a gagné le prix d’emballages en aluminium des pays nordiques 2009 (Nordic Aluminium Package Design Awards). Elle consiste à offrir un emballage pour les fleurs en vente, qui puisse avoir une durée de vie prolongée pour servir de vase.
Chapeau, non?

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Pagando a promessa

novembre 17, 2009

Então, onde estávamos? Ah sim, as novidades do rumo que as coisas tomaram na minha vida…
Chegou um dia, em que eu comecei a me perguntar seriamente se deveria ou não ficar na antiga agência onde trabalhava. Lembra? Nesse dia, uma das coisas que me ajudaram a tomar uma decisão (além da opinião de alguns de vocês :) ) foi uma boa coincidência: recebi um telefonema do nada, perguntando se eu ainda estava procurando vaga. Assim mesmo, do nada, 1 mês depois de eu parar de procurar.

Ah, na dúvida , resolvi achar legal o “sinal” e disse que sim: marquei uma entrevista. Pra tal da sexta feira…
Até lá, o tempo foi moldando minha cabeça pra cair pra vida e achar outro trampo, que pagasse, de fato, minhas contas. De todas as agências da região (sim, eu passei em TODAS), eu tinha deixado 2as de lado, por motivos de pessimismo, ou de distância. Uma dela é uma agência bem conhecida, com filiais e tudo (coisa raríssima para uma agência de arquitectos, vamos combinar), e eu a tinha deixado de lado por dois motivos: 1 deles, é que ela é meio longinha da minha casa. Outro, é por botar pouca fé que eles realmente me contratariam, com essa pouca experiência que tenho.
Mas já que eu tinha resolvido voltar a procurar, telefonei. E dei sorte: marquei outra entrevista.

A primeira correu muito bem. Eu ADOREI a agência. De ótimo gosto, com obras de arte contemporânea lindíssimas por todas as paredes, uma turma jovem… Trabalham com projetos interessantíssimos para uma clientela abastada.

Mas ao ir embora, avisaram-me que eu era a primeira candidata que eles entrevistavam, e quando vi a pilha de currículos em cima da mesa, minhas esperanças diminuíram bastante.

Enquanto esperava a resposta, fui fazer a outra entrevista. Agência moderninha, projetos descolados de maior escala. Queriam uma pessoa para realizar os detalhes técnicos em corte e planta.

E numa dessas… fui aceita nas duas!! Ô dilema! Se por um lado fiquei super feliz, lisonjeada, e orgulhosa de mim mesma, num certo ponto, por outro, pensei: damn it! E agora? Como escolher?
Coloquei tudo na balança e escolhi a primeira. Comecei ontem!
Se estou feliz? Suuuper!!  Os horarios são pesadinhos, mas eu já comecei a 1000 por hora num projeto de A a Z.
Próxima etapa: lidar com o problema de 1 carro para dois, aqui em casa… Mas isso vai ser outro capítulo…

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Nova fase, 2.0

novembre 12, 2009

Gente, sexta feira jà passou faz tempo, e eu nem contei o rumo que a coisa tomou. Mas vou contar! Esta nos planos, so que hoje não vai rolar…
Aguarde, no proximo capitulo!

(redigido em teclado sem acentuação gráfica, galerinha… foi mal)

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Marketing on flies

octobre 31, 2009

Oder: EICHBORN, der Verlag mit der Fliege

(Messe Frankfurt 2009)

Dude, after this one, I came to the same conclusion that my Grandma came into, 10 years ago: They really don’t know what to invent anymore:

So yeah, they used flies to get the message spread. Funny though. A bit cruel, let’s agree on that, but really innovative. I was divided between admiration and revolt, but I read that the little advertisement paper is “glued” with some kind of wax that falls off after a couple of hours. So I’m sticking with the admiration, I guess… (Am I?) Because it must have been really funny to discover!

Fliegenbanner in Pertedetemps

 

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Dilema

octobre 27, 2009

E sério. Gente, estou tendo problemas pra decidir qual rumo tomar em relação ao meu trampo.
O fato é que ha mais ou menos um mês, um mês e tanto, comecei a trabalhar numa agência em Cannes (não lembra? clique aqui). A agência é nova, está começando (leia-se “ta foda”), tal. O esquema então, é o seguinte:  eu trabalho for free (leia-se das 9:00 às 18:00 ou mais) ganhando unicamente meu almoço. Quando cair grana (a agência trabalha com concursos de projetos públicos, por isso demora), eu passo a ser paga. O fato é que a arquiteta não quer prometer uma remuneração que possa vir a sair do bolso dela caso a entrada de honorários falhe. Isso, eu até entendo, por isso que eu topei. Além do mais, a vantagem que eu vi na época foi essa: eu posso ficar sem ganhar por um mês, mas se no próximo tiver mais projetos, eu posso até fazer parte da equipe, e ganhar uma porcentagem sobre os honorários, o que representa uma vantagem bem maior que qualquer salário. Sem contar que depois, eu posso usar o projeto como referência para o meu trabalho. Interessante, até, não?

Deu pra seguir até aí?

Essa semana, uma coisa mudou. Ela conversou com uma amiga advogada, que a deve ter alertado sobre o risco desse tipo de plano “borderline legal”, e ela me veio com a ideia de me pegar como estagiária. SO QUE estagiários em tempo integral por um período de mais de três meses consecutivos (o que é meu caso) devem ser pagos de 1/3 do salário mínimo, o que da uns 390€.
Eu aqui com meus botões pensei que é melhor que nada. SO QUE (bis) com o status de estagiaria, eu não posso constar na equipe de arquitetos dos projetos, ou seja: não vou poder usar nada do que eu fizer na agência como referência no futuro.

Ainda está  comigo?

ENQUANTO ISSO, hoje me liga uma agência um pouco mais longe, querendo pagar 1700 por mês nítidos (leia-se limpos, depois de dedução de impostos). Vou encontrar-me com eles sexta feira pra ver o que que pega.

A pergunta é: o que você acha que devo fazer? Permanecer com a arquiteta que me pegou sob suas asas pra me “iniciar” ao mundo dos projetos públicos? Com que me entendo bem, e tal? Mas ganhando uma merda de remuneração? Ou apostar nessa nova agencia, ganhar mais, e deixar na mão a agência onde estou?
Continuar estagiária, ou me assalariar? Ai, ai… muitas perguntas. Claro que eu vou ter mais elementos pra decidir depois da reunião sexta feira, mas por enquanto, alguém tem um conselho?

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O poder dos livros

octobre 25, 2009

Uau, quem lê acha que vai sair filosofia desse post, né? Calma, meu caro leitor preguiçoso. Deixe eu reter sua atenção antes que saia pela culatra por ter lido a palavra livros e filosofia nos ultimos 10 segundos (nossa, te tirei, né?).

Na verdade, estou falando dos livros como objetos, e não em relação ao seus conteúdos. E que pela primeira vez desde que me mudei, tirei os livros das caixas e coloquei-os na nossa nova prateleira. Tínhamos  um apê bookless, minha gente, e so agora vejo como simples volumes de papel dão mais calor ao ambiente. Simples assim.  Quase mais eficientes que plantas pra dar vida a uma sala…
Vai dizer que uma mudinha que seja não muda TUDO num espaço? Não? Ou então falamos “muda” por acaso?
Eu costumo ser heavy addict da teoria de Less is More, mas no caso de livros e plantas, Less is less and not enough.

Deco_design_choisi_galerie_principal.jpg

Agora imagina sem os livros...

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24 ans

octobre 19, 2009

Ouais!

Mouais…

Non, décidemment, ça ne change pas grand chose, les anniversaires.
J’ai toujours pensé à Napoléon, et comme il était “maître du monde” à 26 ans. Ouch. 26 ans, c’est dans 2 ans, et j’en suis à travailler sans rémunération dans une agence d’archi, sans le gentil petit papier qui atteste que je vaut quelque chose dans le milieu, et sans les trois zéros supplémentaire sur mon compte qui feraient que je puisse vivre sans compter.

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Les français auraient les plus grandes… mains

octobre 3, 2009

J’ai trouvé ça sur un site brésilien, probablement écrit par un descendent de japonais, comme il peut y en avoir par milliers au Brésil, et qui sont cibles de blagues liées à leur “taille” à perpétuité. L’auteur du blog, mettant justement en avant que les japonais étaient plus haut placés que les brésiliens sur la liste, publiait le tableau suivant:

brasa

Je pense donc qu’il y avait impartialité vis-à-vis des français, alors disons que le résultat fut une grosse surprise…

PS: je montre le tableau à mon copain, qui me sort: oui, mais ils n’ont mis aucun pays africain… Il est malin, le Julien ;)
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What’s the thing with milk?

octobre 2, 2009

I don’t know about your Country, but in mine, when you buy some milk in a supermarket, there’s no information at all confirming that it actually came from a cow. There’s a cow drawn on the bottle, maybe several, but no actual clear text description.  If you get yourself goat milk, on the other hand, (there are weird people in the world) it’s there, written on the box: GOAT.
So yeah… think about it…

Gosh, they also make goat milk in powder, FOR BABIES!! Weird, weird people...