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Mary’s World Tour, last part

juillet 12, 2009

Bordeaux, St Raphael, Cannes, St Raphael, Nice, Grasse, Cannes, St Raphael, Marseille, Madrid, Amsterdam, São Paulo. Juro. Em 1 semana. Coisa de louco. Não vou nem detalhar porque não ficaria credível. Mas long story short, estou no Brasil. Pode anotar no caderninho.

Nessa maratona de viagens, cheguei várias conclusões sobre aeroportos. Uma delas é que pararam do nazismo dos líquidos no controle de bagagens, sabia? Passei não sei quantas alfândegas com cerca de 1kg de cerejas frescas na bagagens de mão e uma garrafinha de 250 mL de suco de melão e ninguém falou nada. Velhos tempos aqueles em que tínhamos direito a um sermão por causa de um gloss na bolsa (gloss é pasta, também não pode. E nem vou falar nada por causa da bolacha recheada, mas o recheio também não poderia, viu moça? Eu mereço).

A segunda, é que eu realmente me embanano muitão com as línguas em aeroportos. Não entendo muito bem o porquê. Em uma conversa com amigos que também passam do francês pro inglês ou pro alemão como quem passa de doritos por pretzel numa mesa de aperitivos é tudo tranquilinho. Mas no aeroporto, essa de não saber qual a língua de cada pessoa me confunde pra caramba. É chegar em Amsterdam e pedir “perdón” pras pessoas na esteira rolante. Chegar em Paris e continuar falando “Entschuldigung” pra poder passar. Sei lá, dá tilt.

Por fim, e essa já não é mais novidade, é que Duty Free é uma grande piada. Toda vez eu dou uma olhadinha de longe, toda vez eu concluo que é tudo mais barato na minha perfumaria, e toda vez me digo que não deveria perder tempo com isso. Ah, isso, tô falando de Duty Free na Europa. No Brasil, já não considero piada porque piada é algo que faz rir. E Duty Free no Brasil me revolta mais do que outra coisa. É cara de pau, mesmo.

Passadas essas conclusões inúteis, deixo vocês com a dica do Pic de l’Aiguille pra passar férias na França. Ou melhor, não vai não… que eu gostei justamente por ser um dos únicos lugares da Côte d’Azur sem mar de gente :)

http://www.linternaute.com/temoignage/image_temoignage/400/pic-aiguille-faites-decouvrir-parc-naturel-prefere_241697.jpg

Vou me embora que eu tô ficando muito sarcástica, e depois os leitores do Sedentário que caem aqui saem matando.

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Mary’s World Tour part 2

juillet 1, 2009

Ou Saint Raphaël-Bordeaux

Pois é, a viagem foi longa, e era so a metade: o caminhao com o qual eu levei minhas coisas até St Raph era emprestado e tinha de ser devolvido em Bordeaux. Ou seja: viagem de ida e volta! Vai la dar uma olhadinha no Google maps pra ver se é pertinho… E o pior: a gente tinha de devolvê-la no dia seguinte, antes das 8!!
Foi uma loooonga jornada! Nunca vou dizer suficiente: ainda bem que o Julien tava comigo!
Quando eu peguei no volante (mais ou menos na altura de Sète), eu jà estava num ritmo nostàlgico pra voltar pra casa: ai ai, olha que linda a Provence, Julien! Isso sim é verao de verdade!!

Se eu contar que nao deu 5 minutos o céu fechou completamente e começou a cair o mundo, parece piada, né? Era olhar para os raios na nossa frente e pensar: fodeu.

Mas fomos, voltamos, dormimos na bancada, chegamos. Agora amanha tem mais: pegamos um trem e voltamos pra costa, agora pra ficar e ver apês: aguardem o proximo capitulo, que espero seja ilustrado de muitas fotinhas! Inté!

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Mary’s World Tour: parte 1

juin 28, 2009

De Bordeaux à Paris Nice

Olà! Vou começar uma série de posts pra poder manter todo mundo “au courrant” das coisas à medida em que elas acontecem, porque ficar repetindo 20 vezes, é legal, mas… mentira: é um saco.

Bom, como diria minha amiga Marivone, senta, que la vem historia (e historia sem acentos graficos, adapte-se como eu tenho que me adaptar, não vai encher o saco, hein!).
Como eu jà tinha comentado mil vezes por aqaui, esse era meu ano de diploma. Ano de diploma significa varias coisas:
1- Realisar um estàgio de no minimo 2 meses em agência: check
2- Devolver um relatorio de estagio de no minimo 30 paginas: check
3- Terminar a tese do Mémoire (leeembra, aquela historia de pesquisa sobre “casas de arquiteto”?): check
4- Validar todos os exames de teoria da arquitetura contemporânea: check
5- validar o PFE: projeto de fim de estudos: che… um uncheck so far

O bostaço todo começa em torno dessa merda de PFE: a data da minha apresentação é marcada pra dia 30. Segunda passada, os profs marcaram um ultimo encontro, pra ver nosso andamento. Eu estava até que bem na fita, visto q 8 dias antes, jà tinha realisado 90% dos documentos graficos, faltando somente a maquete e o layout de apresentação: super fazivel.

Agora, você jà ouviu falar numa tal de crise? Eu jà, assim, de leve… Dizem que é do mal, tal… pois é: se pra mim os efeitos da crise ainda ficavam ocultos, acabei levando o primeiro tapa na cara crisal segunda-feira mesmo: por ordens ministeriais, as escolas estão sendo aconselhadas a manter o maior numero de alunos possivel nas escolas, e validar o minimo de diplomas possivel, esse ano. POrque? Oras, pra não inflarmos as estatisticas do desemprego!! Quanto otimismo, não?
Resultado? A Maryzinha, com todos os docs prontos, e podendo se orgulhar deestar adiantada no trabalho pela primeira vez na historia dos estudos de arquitetura, teve de ouvir que era melhor apresentar o projeto ano que vem, porque: “sabe como é? Tem umas pontes térmicas no seu corte, e não estou seguro de que uma cobertura em zinco possa ser tão fina”. Humn… Alo?? E daih? Avisa que eu mudo, babaca! Ainda tenho UMA SEMANA!!! Mas não. Não: “vai ficar dificil mudar isso em uma semana”. O cara realmente não sabe o que é uma “charette”!

No fim, sai arrasada (eu e os outros 3 do nosso grupo de 5 alunos: sim, é isso mesmo: so uma pessoa vai poder apresentar) e pensei: agora fodeu!

Gente, fodeu poraue eu tinha olanejado de me mudar pra Paris com minha irmã, e trabahar como arquiteta (mão de obra barata) em alguma agência, mas não: agora não mais. Vou ter de me contentar de trabalhar como estagiària mais um tanto, ganhando metade de que um inutil servindo cerveja em bar. Awsome! Deixei Paris de lado, porque sou muito fresca pra passar perrengue numa cidade tão chata. Paris, é com grana, ou não é.

Mudança de planos total: Côte d’Azur!! back to the source. Vai ser legal também, vou morar com o namô, pertinho da minha avo que ficou viuva esse mês. I go with the flow, vendo o lado positivo das coisas.

Pronto, gente, vcs ja tao atualisados.

Ah, e charette é o termo q a gente usa no meio arquitetônico da França pra dizer que estamos atrasados/estressados com uma apresentaçao. Ainda não descobro equivalente no Brasil.

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Dialogues sur Perte de Temps

juin 24, 2009

whatsisarchitecture on pertedetemps

Je viens de recevoir un commentaire du lecteur GilR qui m’a envoyé le link d’une vidéo (sympa d’avoir pensé à moi comme référence de bloggeuse-archi!! ;) ).
J’allais lui répondre à la suite des commentaires, mais j’ai décidé transformer le tout en post, et vous laisser aussi la possibilité de débatre. Voici le message:

“Je sais pas trop où mettre ça, c’est surement pas le meilleur endroit, mais t’es la seule blogueuse/archi identifiée… Alors voilà : http://www.fillslashstroke.com/slash/2009/06/what-is-architecture/”

Voici maintenant la réponse que je m’apprêtais de lui envoyer:

“C’est marrant, je suis tombée sur cette vidéo (vidéo faite par Maya)  il y a vraiment pas beaucoup de temps, et le fait est que j’adore les petites vidéos narrées, comme ça, surtout si le graphisme est cool.  Là, je l’ai vue, et… c’est cool.. mais… je ne suis pas d’accord avec le message de la vidéo!
En tout cas, pas en ce qui concerne la définition de l’architecture. Ce qu’il décrit, pour moi, c’est un projet de conception. Ça oui, c’est adapté à plusieurs disciplines. Mais le mot architecture, bien qu’à la mode (et donc utilisé à tord et à travers), a une signification bien plus particulière pour moi.
Et toi? T’en a pensé quoi?”

Du coup, j’ouvre la question à tout le monde… any thoughts??

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A morte do jornalismo brasileiro

juin 19, 2009

Extra, Extra, o Brasil manda pastar seus jornalistas!

Não moro no Brasil, e acompanho toda a parafernália de longe, mas geeente, fala sério. Como é que uma advogada (diplomada, né, porque tirar o crédito da própria profissão é algo que advogados vão demorar um bom tanto pra fazer, creio eu) teve coragem de expor sua falta de cultura desse jeito? A infeliz profissional (Taís Gasparian pra quem se importa) colocou todos que têm acesso a um teclado de computador no mesmo saco. Ê!! Vamos brindar à liberdade de expressão! Os outros países que permaneçam fora da lei, com seus jornalistas competentes e diplomados. No Brasil, sabe-se melhor.

E se a exigência do diploma é inconstitucional, vamos abolir também todos os outros que são completamente dispensáveis, como decoradores, designers, cozinheiros… Arquitetos também! Conheço mais de um excelentíssimos que não têm diploma… Podemos seguir com as escolas de artes plásticas, oras! Minha tia também pode comprar tinta e tela no mercado e sair pintando. Propaganda e marketing? Uma fraude!
Gente, se Bill Gates, Steve Jobs e -como poderia esquecer- o caro presidente Lula não têm diplomas, porque deveríamos? Vai que dá. Vai que você já nasce sabendo. Se não, aprende no taco. Sim, porque o argumento, foi que as exigências para ser jornalista relevam de um compromisso com a informação e a curiosidade, e que pra isso, não e indispensável a faculdade de jornalismo.  Deve ser porque não criaram a faculdade de informação nem a de curiosidade, por isso.

Para ser jornalista, nada que um kit “crie seu blog em dois cliques” não resolva. O WordPress te faz jornalista! Pera então que já vou garantir um joguinho “brinque de cirurgião” para os filhos que ainda não tenho: ganharemos tempo e dinheiro. E vou comprar um joguinho de aviação caso ele queira ser piloto auto-ditada. Como não? Os jogos de hoje são tão realistas!

http://www.hasbro.de/images/img.php/full/prodimg/6d53779951e5f5cce4a60018ebcfce87.jpg

Aqui na França tinha joguinho de médico, não achei equivalente no Brasil, mas aposto que tem: garanta já o futuro do seu filho!

É minha segunda decepção com o Brasil, esses dias. Não digo 3, porque a primeira mesmo tinha sido com essa reforma ortográfica nivelando a cultura por baixo. Mas enfim. Estou me referindo ao concurso fechado organisado pela ABEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) e a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimentos) dando 10 dias para apresentar uma proposta para o pavilhão de exposição de Shanghai. Olha o “náipe” do vencedor, que vai representar a arquitetura do Brasil pelo mundo afora :

xangai2010-br-01

Nome do gênio: Fernando Brandão

Tem outras fotos no post en francês para vocês verem o desastre.
Mas o lado positivo é esse: baixe  o Google SketchUp e vire arquiteto você também!! Ê! Porque nem venha me dizer que são precisos 5 anos pra fazer isso, né? Nada! Democratização do conhecimento!

Fui, porque por algum motivo oculto, ainda faço questão de terminar meu diploma…

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Le Brésil envoie paître tous ses journalistes

juin 19, 2009

Ça y est, c’est officiel, le journalisme brésilien est mort. Le pays a voté une loi qui rend le diplôme obsolète .

Au tribunal, qui aurait duré plus de 4 heures, l’avocate (on dit bien avocate pour une femme, ou pas?) a eu le courage d’afficher son manque de culture en disant que l’exigence du diplôme est inconstitutionnelle (oui oui, des siècles que le monde en bénéficie, mais on est tous des cons hors-la-loi), parce que la Constitution garantit la liberté d’expression et la liberté de pensée.

Euh… ok… ceci dit, constitution ou pas constitution, tout le monde a le droit de décorer chez soi comme il veut, mais il y a encore des gens diplomées pour le faire (voilà un métier obsolète, les décorateurs, auquel t’aurait pû t’y prendre, nunuche… t’aurais fait moins tâche…), et tout le monde a le droit de cuisiner comme il veut, pourquoi offrons-nous un diplôme pour ça? Et puis attend, combien de grands archis ne sont pas diplômés? Á quand l’école d’architecture obsolète? Ne parlons pas de celle d’arts-P, encore moins celle de publicité et marketing. Mais oui!! Voyons, c’est une histoire de talent, non? Ça fait pitié…
De toute façon, ils nous ont bien prouvé que même le président n’a pas besoin d’être diplômé…

Ce que notre chère-cheap avocate a ajouté (by the way, son nom: Taís Gasparian), c’est que l’exigence du diplôme est plus qu’indésirable, elle est impraticable. Sa justification? Les blogs.

Non mais ma pauvre, t’as vraiment une lacune intellectuelle… Alors on donne les outils pour que les gens fassent mumuse (dont moi: ça y est, je m’auto-proclame journaliste après ce sublime article critique d’actualité, et international, en plus! Waaa, ça va sur mon CV! pff!) et ils peuvent se déclarer professionnels. Super. Alors si en offrant le kit “crée ton propre blog en 3 clicks” on crée des journalistes par expérience,  je vais m’aprêter d’offrir le coffret “petit chirurgien” de Mattel à mes enfants, comme ça on gagne du temps et du fric.

Pour finir, parce comme je suis une journaliste en herbe, je vais aller jusqu’au bout, elle en rajoute une couche comme quoi le journalisme est un métier intellectuel lié au domaine des connaissances humaines, ainsi qu’à celui du langage, qui sont des champs très larges (waaa!), et qu’il est engagé avec l’information et la curiosité, et l’acquisition de ces compétences n’a pas lieu uniquement dans une faculté de journalisme.
Et bah écoute, moi je dirais encore heureux, mais après, c’est comme on veut!

C’est ma deuxième déception avec le Brésil ces derniers-jours. La première avait été de voir que la commission d’architecture avait été capable d’organiser un concours fermé d’une durée de 10 jours pour demander un pavillon d’exposition pour l’expo de Shanghai, et avait élu la merde suivante pour représenter l’architecture du pays:

(oui, l’archi Fernando Brandão a eu le courage de rendre ces images)

Voyez? Si on n’a plus besoin de diplôme parce que la communication est à la portée de tout le monde, voyez-vous: l’architecture aussi! Ou vous allez me faire croire qu’il faut 5 ans pour faire cette merde ce hangar?(parce que ce n’est rien de plus que ça, on est d’accord).  Mais non: télécharge gratuitement ta version de SketchUp sur Google et deviens architecte avec nous!

Allez, je m’en vais d’ici, parce que pour une raison qui doit être très conne, apparemment, je tiens quand même à mon diplôme…

P.S: je ne sais pas si il existe vraiment un kit petit Chirurgien de Mattel…
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Perda de tempo no auge

juin 17, 2009

Gente, olha o que eu achei:

london on pertedetemps

london skyline on pertedetemps

São fotos aéreas de Londres, que eu tirei com Google Earth, num momento perda de tempo-mor.Luz perfeita no momento perfeiton com a geografia perfeita, e voilà! O Skyline da cidade desenhado no rio…

Agora o que que uma formanda desesperada vai vazer em Londres via Google Earth, duas semanas antes da apresentação do diploma? Tudo começou quando minha tia voltou dos Estados Unidos com a frase-bomba: A-DO-REI New Orleans, é tão legal!! Não sei o que seu pai veio parar aqui no Brasil: o lugar dele era là!
Tà. Pausa. Meu pai era a figura “cult” da familia. De sua adolescência hipponga, ele saiu da França de mau com os pais por querer ser artista, e em uma familia de militares, artista é coisa de boiola. Foi assim que ele viajou de mala e cuia pela a América do Sul, até descer, descer, e ir parar em Mococa, fim do mundo interior do Brasil e conhecer minha mãe.
O cara tinha uma cultura que qualquer um aqui invejaria. Sobre tudo: artes, claro, mas também historia, geografia, literatura (nossa, dava um banho, em literatura), philosofia (ele foi o responsàvel pelo meu 16/20 no exame nacional de 3o colegial francês, sendo que eu nunca prestava direito atenção na aula da escola…). Enfim, cultura geral, mesmo. Se tivesse concurso de Mister Pai, ele ganhava. De tão francês e tão bacana, ele odiava os Estados Unidos. Tà bom, eu sei que não pode falar isso em pùblico, pois essa permanece uma verdade sub-entendida oculta da cultura francesa. Por isso que estranhei tanto essa historia de New Orleans.

Fui conferir no Google Earth, dar uma passeada de Street View, sabe?
Resultado? Nada. Acho que minha tia viajou. Mas jà que eu estava por la mesmo, resolvi dar uma passeadinha pelas cidades perdidas dos EUA. Geeeeente! Ta aih uma dica do que fazer pra perder tempo!!! Aquilo tudo é muito nojentão! Fiquei em duvida de colocar fotos aqui, mas queria mesmo que fossem ver por vocês mesmos! Nenhum espaço publico, nenhuma pracinha, nenhum comércio de proximidade, nada! Cidades inteiras planejadas (ou não) sem calçada, com a porta de entrada da casa junto à da garagem de milhares de casas repetidas e ecologicamente problemàticas! 2, 3 carros por casa, porque de toda forma, nada se faz a pé!! Fiquei horrorizada: Desperate Housewives’ Land.. Uma coisa é saber, outra coisa é conferir. Dozinha, mesmo. Não é à toa que se encantam com a Europa ou com cidadezinhas tradicionais da América do Sul.

Bom, soh isso. Defensores de New Orleans, fiquem à vontade pra manifestar-vos!

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Stepping on chewing gum sux. Bumping to one is either awsome or a true nightmare.

juin 16, 2009

Two years ago, about that same time of the year, i went to Venice. It was a really cool trip, something I’d never have the chance to do if it wasn’t for really cool friends that allowed me to know the real Venice, away from all the touristic crap. We were all architecture students, so the visits were really the way I liked them. Not to mention the Biennale was on too. Terriffic.
And today I found this pictures, of Simone Decker’s work that are absolutely amazing! First, because the work is impressive and it makes me want to come accross one of the sculptures so badly… And second, because I can remember very well the places where they are installed!! Not because I have a super cool memory (because I had serious problems with finding my way in Venice) but because I have private pics of the same places :)

So I’ll leave you to it, tell me if you like:
simone decker artist sculpture installation photography chewing gum venice

simone decker artist sculpture installation photography chewing gum venice

simone decker artist sculpture installation photography chewing gum venicesimone decker artist sculpture installation photography chewing gum venice

The second pic really makes me wonder if thay’re real of photoshopped… Does anyone have some kind of knowledge on the matter?

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Fallen Princesses

juin 14, 2009

BR; FR

Todos têm seus podres, e essa pressão toda com os exames està revelando os meus. Porque ora sou preguiçosa, ora sou relaxada, ora penso que o minimo jà ta bom, hora penso que ninguém vai reparar no detalhe falho.
Não vou dizer que essa sou eu, mas confesso que posso muito bem agir assim de vez em quando. Estou lutando contra isso agora, mas juro que às vezes faltam forças pra fazer tudo do jeito que eu gostaria de fazer. Se eu conseguir passar esse diploma, apezar de ter gasto tanto tempo com blogs, de não ter acordado cedo o suficiente de manhã, e de perder tanto tempo evitando entrar de cabeça nas coisas essenciais, vai ser uma vitoria. Haja promessa. Ja fiz a minha, se eu passar, eu conto, pra ficar registrada e me obrigar a cumpri-la.

Vamos que vamos. Fui.

Sleeping Beauty

Snowy

Cinder 3

Not so Little Riding Hood

Rapunzel  II

Jasmine at war

Belle

Fotos de The Fallen Princesses Project, da fotografa canadense Dina Goldstein

On a tous notre côté pourri et le stress du diplome est en train de me reveler les miens. En pleine gueule. Parce que je sais être cette fille paresseuse, négligée, qui se contente du minimum, qui se dit que personne va remarquer le détail qui fâche.
Je ne suis pourtant pas cette fille. En tout cas, pas toujours, et pas délibéremment. Mais j’ai à lutter contre tout ça aujourd’hui, mais des fois, je vous jure que je manque de forces pour tout faire comme je l’estime correct. Si j’arrive à avoir ce diplome, malgré les heures inutiles devant le net, les matinées un peu trop grasses, et ma procrastination-fardeau, ce sera une victoire. J’ai même fait une promesse, comme on peut avoir l’ahitude de faire au Brésil. Si je l’ai, je vous dit ce que c’est, pour me contraindre à la suivre.

Allez, on y va. En tout cas, moi j’y vais.

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Banksy’s news we were waiting for

juin 13, 2009

It’s a new exhibition in the Bristol Museum. You can check on his official website, but there’re no much more info than that, with the opening time and adress.
I leave you with a preview video: